Olá, estudante!
Chegou o momento de explorar de forma PRÁTICA os conteúdos aprendidos na nossa disciplina de História Econômica Geral!
Vamos à AÇÃO!? A seguir, vamos detalhar o caminho para a resolução da sua atividade MAPA.
Primeira etapa: LER atentamente os textos de apoio.
Segunda etapa: REALIZAR a atividade respondendo ao que se pede no comando.
Terceira etapa: ENVIAR a atividade por meio do formulário disponível no Material da Disciplina.
PRIMEIRA ETAPA: AQUECIMENTO – Leitura dos textos de apoio
Texto 1
Além da necessidade de entender as transformações por nós vivenciadas, seus impactos e para onde estamos caminhando como humanidade, existe também uma urgência de nos prepararmos rapidamente nesse processo, que reside no fato de que as revoluções tecnológicas estão acelerando – até o início do século XX o ciclo de vida de uma tecnologia impactante era sempre maior do que o de uma pessoa. Nascíamos e morríamos sem ver grandes transformações no mundo ao nosso redor, a não ser se vivêssemos os períodos de revoluções. Agora, passamos a experimentar várias disrupções tecnológicas profundas durante o espaço de tempo da nossa existência – e isso complica as coisas, pois requer uma estratégia cada vez mais rápida de adaptação de habilidades. Há alguns séculos, nem conseguíamos sentir as mudanças, mas atualmente elas certamente não passam despercebidas.
Fonte: GABRIEL, M. Inteligência artificial: do zero ao metaverso. São Paulo: Atlas, 2022. (adaptado)
Texto 2
Se na década de 1960 Gordon Moore constatou a velocidade de crescimento de transistores, na década de 1980 Buckminster Fuller observou que, em função da tecnologia, o conhecimento humano crescia em ritmo exponencial desde o início da nossa história. Em 1982, ele publica o livro em que apresenta a Curva de Duplicação do Conhecimento (Doubling Knowledge Curve) – analisando a partir do ano 1 da Era Cristã, o conhecimento demorou 1500 anos para dobrar; depois disso, precisou de apenas 250 anos para duplicar novamente; no início do século passado, o conhecimento dobrava a cada 100 anos; durante a Segunda Guerra Mundial, a cada 25 anos e, em 1982, Fuller estimou que o conhecimento duplicava a cada 18 meses. Em 2007, a IBM previu que até 2020 o conhecimento deveria dobrar a cada 11 horas, ou seja, duas vezes por dia. Esse é o cenário em que estamos imersos atualmente.
Fonte: GABRIEL, M. Inteligência artificial: do zero ao metaverso. São Paulo: Atlas, 2022. (adaptado)
Texto 3
A automação ganhou uma fama imerecida de “exterminadora” de empregos. Devemos enxergar a automação pelo que ela é. Além do mais, a tecnologia não determina por completo a quantidade de vagas disponíveis no mercado de trabalho. A sociedade, se quiser, pode agir para gerar novos empregos – por meio de políticas fiscais, incentivos ao mercado de trabalho e regulamentação de determinadas indústrias. Somente quando percebermos o verdadeiro caráter da automação superaremos a tecnofobia (‘automação é ruim’) e a sensação de desesperança das gerações mais jovens (‘não vamos ser necessários’) que começam a assombrar o mundo.
Fonte: CHANG, Ha- Joon. Economia: modo de comer: um economista voraz explica o mundo. 1ª edição. São Paulo: Portfólio- Penguin, 2025.
SEGUNDA ETAPA: Responder às questões a seguir:
Nenhuma tecnologia é neutra. Todas elas sempre afetam a humanidade em algum grau. Elas nos beneficiam de algumas formas e, de outras, nos prejudicam. Assim, um aspecto importante que deve ser considerado é que toda nova tecnologia traz consigo efeitos colaterais que, em geral, inicialmente: são desconsiderados em razão do deslumbramento sedutor que as novas possibilidades promovem ou causam medo, resistência e rejeição por trazerem o vislumbre de um futuro desconhecido. Nesse sentido é preciso refletir, sob a perspectiva econômica, que a tecnologia em si, é menos importante do que a forma como ela afeta a vida social. Diante disso vale o exercício da reflexão.
Suponha que você foi convidado enquanto economista, para ministrar uma palestra para estudantes jovens sobre o mercado de trabalho sob uma perspectiva econômica. O título da apresentação será: a Quarta Revolução Industrial e o mercado de trabalho promissor: uma perspectiva histórico-econômica.
Para o seu discurso, prepare um texto que deve contemplar os seguintes pontos:
a) Apresente uma linha do tempo contemplando a evolução dos modos de trabalhar desde a era da caça e coleta até a era cognitiva. (A sua resposta deverá conter de 4 a 8 linhas)
b) Discorra sobre o impacto revolucionário que inaugurou o capitalismo industrial a partir da tecnologia da máquina a vapor. (A sua resposta deverá ter de 5 a 12 linhas)
c) Justifique a relevância do contexto educacional para o mercado de trabalho desde a primeira revolução industrial até o século XXI, nos dias atuais.
d) Discorra, com argumentos positivos e negativos, sobre o impacto de tecnologias, como a Inteligência Artificial, no contexto do trabalho e produtividade para a economia global. (A sua resposta deverá ter de 5 a 10 linhas)
Para desenvolver essa atividade, você pode se valer dos textos disponibilizados no Material da Disciplina.
MAPA – ECO – HISTÓRIA ECONÔMICA GERAL – 53_2025
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disciplina de História Econômica

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A história econômica é fascinante. Primeiro, começa na Antiguidade, quando o escambo deu lugar às moedas. Cidades como as da Mesopotâmia já praticavam comércio formal. Além disso, os sistemas de preços surgiram nos códigos legais antigos, como mostra a análise da Wikipedia em inglês. Em seguida, veio o mercantilismo. Pois, entre os séculos XV e XVIII, estados europeus acumulavam metais preciosos. Portanto, colonizavam para obter ouro e prata. Logo, isso promoveu a contabilidade moderna, como explica a Wikipedia em português.
Depois, a Revolução Industrial mudou tudo. Máquinas a vapor, ferrovias e fábricas expandiram a produção e transformaram o capitalismo, conforme a Wikipedia em português. Então, no século XX, o mundo viveu o “boom” do pós-guerra. Crescimentos rápidos ocorreram na Europa Ocidental, Japão e outros países devastados pela guerra, segundo a Wikipedia em português.
Finalmente, chegamos à globalização econômica. Hoje, empresas transnacionais dominam o planeta. Mercosul, União Europeia e Nafta intensificam o comércio. Assim, cadeias produtivas globais se formaram. Conforme, o capitalismo financeiro se espalhou. Mas, com isso vieram desigualdades e desafios ambientais, como explica o Brasil Escola.

